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Dica de literatura – Everest: viagem a montanha abençoada

A dica de literatura é o livro escrito por Thomaz Brandolin e é um relato da primeira expedição brasileira a tentar chegar ao cumo do Everest.  Para chegar ao topo da “montanha abençoada”, os obstáculos são bem maiores do que as tempestades de neve, os paredões imensos e escorregadios e os ventos de até 200 km por hora que atormentam os aventureiros que se dispõem a escalar os 8.848 metros do monte Everest.

Este relato conta esta aventura magistral. Dos preparativos aos tormentos da altitude, passando por mosteiros no Tibet, aventuras exóticas, personagens de ficção que vivem ao pé da “montanha misteriosa”, temos um fascinante livro de aventuras, magnificamente bem escrito, que abre ao leitor um mundo desconhecido. Continue lendo…

Receita de batata para camping

Rica em carboidratos, a batata é grande fonte de energia. Contém ainda sais minerais, vitamina C e, em pequenas quantidades, vitaminas do Complexo B.

Esses nutrientes, porém, podem perder-se no cozimento. Isso pode ser evitado da seguinte maneira: lava-se as batatas para retirar a terra, sem descascá-las e nem cortá-las. Leva-se ao fogo com água suficiente para cobrí-las, até cozinharem completamente.

batataQuando cortadas e descascadas devem ser cozidas em pouca água, que deve depois ser aproveitada, por exemplo, em sopas.

As batatas esverdeadas e as que estão em germinação nunca devem ser consumidas, pois produzem intoxicações que se manifestam através de cólicas, gastrites e até mesmo desinterias.

As batatas fritas, apesar de saborosas, absorvem muita gordura, o que torna sua digestão lenta e difícil. Quando crua e ralada, combate infecções, picadas de insetos e quaisquer irritações da pele. Cozida, amassada e em aplicações quentes, ajuda a amadurecer furúnculos. Rodelas de batata crua sobre a testa eliminam dores de cabeça.

No entanto, se consumida em quantidade excessiva, a batata provoca obstrução do ventre e a dilatação do estômago.

Em temperatura ambiente, a batata se conserva por 15 a 20 dias.

Bolhas: prevenindo e tratando

Bolhas são o problema número um no hiking e podem transformar a melhor caminhada em a mais dolorida. Elas são uma resposta do organismo ao que ele entende como uma agressão. Basta, por exemplo, o atrito repetido da bota na mesma região do pé. A pele se irrita e surge um ferimento. Tem início, assim, a reação de defesa do sistema imunológico.

Para afastar o perigo iminente, aumenta o fluxo sangüíneo no local afetado, os vasos se dilatam e deixam extravasar a parte transparente do sangue um líquido que se acumula entre a epiderme, camada mais superficial da pele, e a derme, logo abaixo dela. Pronto: está formada a bolha.

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ESPECIAL: Tela plana e morangos frescos no topo do Everest – Parte 2

Em 21 de maio deste ano, às 9h45, Bierling chegou ao ponto mais alto da Terra, o pico do Monte Everest, a 8.848 metros de altitude, e nele permaneceu durante quinze minutos. Isso fez com que ela se tornasse a primeira mulher alemã a escalar o Everest a partir do lado nepalês e retornar viva. A sua compatriota bávara Hannelore Schmatz atingiu o cume da montanha 30 anos atrás, mas morreu de exaustão no percurso de volta.

Quando chegou ao Nepal, Bierling ficou surpresa com a dimensão do turismo no Everest. Na alta estação, em maio, cerca de 700 pessoas vivem em um acampamento a 5.350 metros de altitude, que funciona como base para as escaladas. O acampamento conta com chuveiros quentes e até mesmo uma padaria.

Alguns montanhistas estão longe de serem profissionais. “Muitos não sabem colocar crampons ou nem mesmo segurar uma picareta de gelo”, diz Bierling. Ela ficou ainda mais surpresa ao descobrir que não precisou usar a sua própria picareta de gelo para chegar ao cume. “Quem desejar uma aventura na montanha não deve ir ao Everest”, afirma ela. “Sem os sherpas e a infraestrutura – como cordas fixas que vão até o topo – cerca de 90% dos montanhistas não chegariam lá”. Continue lendo…

ESPECIAL: Tela plana e morangos frescos no topo do Everest – Parte 1

Em maio, a jornalista Billi Bierling tornou-se a primeira mulher alemã a chegar ao topo do Monte Everest a partir do Nepal. Ela ficou chocada com a ingenuidade de muitos montanhistas e impressionada com o fato de, atualmente, os acampamentos no Everest oferecerem chuveiros quentes, acesso à internet, televisores e morangos frescos.

“Namaste, onde eu posso colocar a minha bicicleta?”, pergunta Billi Bierling em nepalês ao garçom no distrito turístico de Thamel, em Katmandu. A mountain bike cinza é a marca registrada desta jornalista de 42 anos da cidade bávara de Garmisch-Partenkirchen.

A bicicleta é uma ferramenta essencial para o trabalho dela – entrevistar montanhistas para Elizabeth Hawley, a famosa cronista de expedições himalaias. “Eu ficaria louca dirigindo um carro neste trânsito caótico”, diz Bierling. Continue lendo…

Fazer trilha sozinho ou em grupo?

Uma das regras básicas no hiking é nunca caminhar sozinho. Entretanto, muitos aventureiros escolhem caminhar sozinhos. A caminhada solo garante uma liberdade maior já que você está livre para ir onde quiser e não precisa se adaptar aos desejos e ritmos de outras pessoas. Muitas pessoas também gostam do total silência e a solidão de caminhar sozinho.

Por outro lado, existem benefícios em caminhar em grupo:

  • Uma importante coisa a se pensar:  o hiking em grupo é mais seguro. Se alguma coisa acontecer com você seus colegas poderão lhe ajudar. No geral, um grupo de pelo menos três pessoas é o mais seguro: em caso de acidente, uma pessoa permanece com a vítima enquanto a outra busca ajuda;
  • hiking-groupVocê pode aprender com seus colegas mais experientes. Especialmente se você não estiver tão em forma ou com habilidades que seus companheiros;
  • Seus amigos poderão lhe fornecer um ambiente mais seguro para você melhorar suas habilidades com o hiking;
  • As responsabilidades da trilha podem ser divididas. Em grupos pessoas diferentes podem ser responsáveis por primeiros-socorros, cozinhar, armar acampamento, navegar, etc;
  • Caminhadas em grupo podem promover perfeitas condições para conhecer novas pessoas ou conhecer mais a fundo seus amigos. Quanto piores as condições mais você desocbrirá do que as pessoas são capezes de fazer.

Se você persistir em trilhar sozinho:

  • Faça sua preparação da melhor maneira possível e tenha certeza que você sabe tudo sobre as condições da caminhada e o que você encontrará na trilha escolhida;
  • Informe as pessoas próximas a você sobre seus planos. Deixa uma cópia do mapa e da rota que você planeja fazer. Se você não tiver como avisar parentes e amigos informe as autoridades locais sobre seus planos. Nunca saia se ninguém sabe sobre sua viagem!

Essas são algumas coisas a se pensar para decidir entre caminhar sozinho ou em grupo.

Dica da semana na blogsfera 03/05

A dica da semana na blogsfera é  o Limpa Trilha, blog escrito pelo Eriedson Fragoso. Segundo o autor o blog “reunir e inspirar outras pessoas por meio deste portal, interessadas em viagens estilo mochileiro, trekking e montanhismo, a se aventurarem pela natureza em busca de qualidade de vida e atividade fisíca além de ver fotos e acmpanhar as últimas viaegns do autor.

Você encontrará excelentes posts bem ilustrados como o Pedra Chata de Lidice, que conta viagem ao Parque Estadual Cunhambebe – Rio de Janeiro ou o artigo que fala sobre Cobras.

Vale a pena conferir! Recomendamos.

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Governo toma posse da área total do Parque Estadual dos Três Picos

No dia 12 de agosto, uma ação judicial inédita deu ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão da Secretaria de Estado do Ambiente, a posse total do parque Estadual dos Três Picos, na região de Teresópolis. A propriedade de 126 hectares, conhecida como Fazenda Vale dos Deuses, antes particular, agora poderá ser acessada por visitantes.

Bernardo Collares, presidente da Federação de Montanhismo do Rio de Janeiro (FEMERJ) acredita que a desapropriação da Fazenda Vale dos Deuses foi um passo importante para a população. “Com a posse, as pessoas poderão usar a área da melhor maneira, e no caso específico do montanhismo, existe a idéia de transformar a casa já existente no local em um núcleo da modalidade, ou em um abrigo de montanha. Fora já explorar a existente área de camping”, explicou o dirigente sobre a área, que também é um ponto estratégico da gestão da Unidade de Conservação. Continue lendo…

Manual de Sobrevivência – The U. S. Armed Forces Survival Manual

Manual De Sobrevivência

Editado para uso de civis e militares

A maior parte do material contido neste volume foi recolhido e seleccionado a partir de uma grande quantidade de brochuras, folhetos e artigos publicados pelo Government Printing Office para uso do pessoal militar americano em todo o mundo. Trata-se do mesmo material facultado às nossas forças de terra e as forcas especiais durante a segunda guerra mundial, aos marines na Coreia, aos “Boinas Verdes” e às unidades de Navy Seal no Vietnam.

É um material regularmente actualizado e revisto a partir de informação fornecida por soldados e marinheiros que tiveram necessidade de o usar. É prático e específico e representa o pensamento mais moderno e corrente sobre técnica de sobrevivência pronta a ser utilizada. A tarefa dos editores consistiu, portanto, em coligir, condensar e ordenar este material num volume acessível, correto, claro e coerente que fosse adequado quer para civis. quer para militares. Continue lendo…

Avalie suas condições e habilidades antes do trekking

Planejar um hiking deve sempre começar pela avaliação de suas habilidades, comparando-as com os seus planos e adeque-o da melhor maneira possível. Pessoas se machucam quando superestimam suas habilidades ou fazem uma trilha sem a preparação apropriada. Antes de começar qualquer trilha, você deve sempre considerar o sequinte:

Avalie sua condição física

Conheça sua condição física, limitações e habilidades. Existem uma série de fatores que irão determinar o nível de dificuldade da trilha e você deve sempre levar em consideração o pior cenário. Pesquise sobre as condições climáticas, condições do terreno e altitude.  Em relação sua condição física avalie sua força e capacidade respiratória. O trekking é um exercício muito específico, principalmente ao carregar a mochila pesada. Seu corpo vai precisar de tempo para se adapar às exigências do hiking. Continue lendo…