Gratuito, Selvagem e Reconhecido Mundialmente
Poucos sabem, mas existe na Amazônia um parque nacional com camping estruturado, entrada gratuita e reconhecimento internacional pela sua biodiversidade.
O Parque Nacional do Viruá foi criado em 1998, em atendimento a compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção da Diversidade Biológica.

Sua posição é estratégica, entre o Rio Branco e a BR-174, que conecta Boa Vista a Manaus e à Venezuela, facilitando o acesso à unidade de conservação.

Sua posição é estratégica, entre o Rio Branco e a BR-174, que conecta Boa Vista a Manaus e à Venezuela, facilitando o acesso à unidade de conservação.
A Estrada Perdida, principal via de acesso, proporciona uma jornada de cerca de duas horas a partir da capital roraimense até a sede do parque.
Localizado no município de Caracaraí, centro-sul de Roraima, o Parque Nacional do Viruá abrange uma área de aproximadamente 217.400 hectares, um mosaico de florestas aluviais, campinaranas (white sand forests and shrubs) e florestas de terra firme, em uma região com características típicas de um pantanal, no norte da Amazônia.
Como chegar
O acesso ao Parque Nacional do Viruá se dá pela BR-174, rodovia federal que liga Manaus (AM) à Venezuela. São 190 Km de rodovia asfaltada partindo de Boa Vista - RR no sentido sul, ou 600 Km partindo de Manaus no sentido norte. Para chegar à Sede da UC, é preciso tomar a Estrada Perdida, no Km 322, e percorrer 7 Km de estrada de terra.
O acesso fluvial ao parque pode ser feito através do rio Branco, do rio Baruana, do rio Anauá e do rio Iruá.

Apenas o rio Iruá está localizado no interior do parque.

Apenas o rio Iruá está localizado no interior do parque.
Os demais fazem parte do entorno da UC.
O aeroporto de Boa Vista é o mais próximo do parque, e recebe voos regulares das principais empresas aéreas comerciais do Brasil.
Não há transporte público regular até o parque. Serviços de aluguel de veículo ou de transporte particular podem ser contratados em Boa Vista ou em Caracaraí, em locadoras ou cooperativas de transporte de passageiros.
Quando ir
O Parque Nacional do Viruá pode ser visitado durante todo o ano.
Para planejar o passeio, é preciso estar atento às mudanças sazonais causadas pelas chuvas nos ambientes e rios da região.
A estação chuvosa em Roraima vai de maio a agosto.
Maio e junho são os meses mais chuvosos.
Em julho e agosto a quantidade de chuvas é menor e a navegação é feita com facilidade, sendo comuns períodos de sol seguidos de fortes pancadas de chuva. Em setembro tem início a estiagem e a vazante dos rios.
A seca se acentua na região em janeiro e fevereiro, quando há maior facilidade para caminhadas nos ambientes alagáveis.
Os meses de março e outubro costumam ser os mais quentes do ano.

O parque recebeu o título de Sítio Ramsar pela Convenção das Áreas Úmidas em 2017, tornando-se reconhecido mundialmente como sítio de importância internacional para a conservação da biodiversidade.

Situado na região de mais fácil acesso do Pantanal Setentrional, o parque funciona como um centro de referência para pesquisas ecológicas de longa duração, e tem a missão de integrar atividades de pesquisa e conhecimentos de biodiversidade ao desenvolvimento local.
Experiências de turismo de base comunitária estão sendo estimuladas, para assegurar a participação das comunidades no desenvolvimento do turismo no Parque Nacional do Viruá e entorno.
Visitar o parque é garantia de contato com uma grande diversidade de aves, mamíferos e plantas da Amazônia.
Clima
O PNV está localizado em uma área de transição climática na Amazônia, onde os índices de precipitação variam consideravelmente.
Além disso, o comportamento das chuvas apresenta flutuações anuais, influenciadas por anomalias climáticas de escala continental ou global.
O clima da região é complexo e afeta diversos aspectos importantes para a gestão do parque, como o risco anual de incêndios, o acesso a diferentes áreas do parque e as alterações no uso de habitats pela fauna.

A vegetação é predominantemente composta por Campinaranas, que se desenvolvem sobre solos arenosos hidromórficos, em transição com florestas aluviais e enclaves de terra firme.

A vegetação é predominantemente composta por Campinaranas, que se desenvolvem sobre solos arenosos hidromórficos, em transição com florestas aluviais e enclaves de terra firme.
O relevo é marcado por brejais, buritizais, dunas, veredas, igapós e outras formações alagadiças, formando um mosaico dinâmico onde os componentes abióticos e bióticos interagem de maneira interdependente.
A fitofisionomias de Campinaranas variam conforme o grau de encharcamento dos solos, abrangendo desde formações florestadas até campestres e herbáceas.
Atrações Principais
O Parque Nacional do Viruá se destaca por sua vasta biodiversidade e oferece diversas experiências aos visitantes:
Observação de Aves: Com um impressionante registro de 531 espécies, o parque é um dos locais mais privilegiados para a observação de aves na Amazônia.
Serra do Viruá: Principal ponto turístico do parque, essa área conta com infraestrutura voltada para pesquisa e turismo.
Suas florestas servem de abrigo para diversas espécies de fauna e flora.
Passarela da Samaúma: Uma trilha elevada que permite explorar uma floresta alagável com facilidade, proporcionando uma experiência imersiva na natureza e a chance de avistar animais como primatas e pica-paus.


Campinaranas do Megaleque
Essas áreas de grande diversidade ecológica, com muitas espécies endêmicas, podem ser acessadas pela Estrada Perdida.
Rios Anauá e Iruá
O rio Iruá, dentro do parque, é ideal para passeios de voadeira e caiaque.
Já o rio Anauá, nos arredores, encanta com sua paisagem exuberante e rica vida aquática.
Serra do Viruá
As florestas da Serra do Viruá funcionam como refúgio para inúmeras espécies da fauna e flora.
É o local com maior visitação no Viruá, onde está localizada a sede do parque e estruturas importantes de apoio a pesquisa e turismo.


Mirante da Serra
Outro atrativo disponível para visitas é o Mirante da Serra, construído na Serra do Viruá, a cerca de 170 metros de altitude, foi instalado para o visitante ter uma visão panorâmica da paisagem que é um mosaico de campinarana, florestas de terra firme, ambiente de serras e áreas alagáveis.
O percurso se dá a partir da sede, na trilha de acesso à grade do PPBio.

Observação de animais
A riqueza e a facilidade de observação de vida silvestre, em especial de mamíferos e aves, estão entre os principais atrativos deste setor.
Na estrada de acesso à sede, com 5 Km de extensão, observadores de aves fazem registros de espécies endêmicas e especialistas de hábitat, como inambu-de-pé-cinza (Crypturellus duidae), mutum-poranga (Crax alector), jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia crepitans), uiraçu (Morphnus guianensis), entre outras.
A observação de mamíferos como primatas, onça-pintada, suçuarana, veado-mateiro, tatu-canastra, anta e queixada também são comuns.
O acesso com veículos particulares é permitido neste local.

Trilhas
O Sistema de Trilhas do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) foi implantado para dar suporte a inventários de biodiversidade e pesquisas de longa duração em ecossistemas florestais da Serra do Viruá e de campinaranas.
Composto por doze trilhas de 5 km cada, o sistema oferece 60 km de trilhas para caminhadas em florestas e áreas abertas.
O acesso é feito a partir da Sede da UC.

As trilhas têm nível médio a alto de dificuldade, onde os visitantes poderão ter contato com ambientes de serras, terras baixas e áreas alagáveis.

As trilhas têm nível médio a alto de dificuldade, onde os visitantes poderão ter contato com ambientes de serras, terras baixas e áreas alagáveis.
Espécies frequentemente avistadas incluem aves endêmicas, primatas, tatus, tamanduás, quelônios e anuros.
No retorno da caminhada, os visitantes poderão se refrescar com duchas de água natural na Sede do Parque Nacional do Viruá.
Nível de dificuldade: moderada a difícil
Extensão: 60 km (3 a 12 km ao dia)
Tempo de percurso: de 1 hora e 30 minutos a 6 horas por dia
Passarela da Samaúma
A passarela da Samaúma foi instalada para permitir a visitação de uma floresta alagável por pessoas com necessidades especiais e dificuldades de locomoção, assegurando conforto e proteção aos visitantes.
No percurso é possível ter contato com árvores de grande porte, incluindo o amarelão (Fabaceae) e a belíssima Samaúma (Malvaceae), pica-paus, primatas, esquilos e até mesmo peixes de igarapés nas épocas úmidas.

A passarela é fruto do projeto de capacitação apoiado pelo Programa ARPA - Subcomponente 2.3 “Integração com as comunidades”, que reuniu carpinteiros locais, arquitetos, comunitários e gestores, na primeira experiência de construção de estruturas facilitadoras com o uso de materiais locais para o ecoturismo na UC.

A passarela é fruto do projeto de capacitação apoiado pelo Programa ARPA - Subcomponente 2.3 “Integração com as comunidades”, que reuniu carpinteiros locais, arquitetos, comunitários e gestores, na primeira experiência de construção de estruturas facilitadoras com o uso de materiais locais para o ecoturismo na UC.
Contou com a utilização de madeiras apreendidas doadas pelo IBAMA-RR, em parceria com a PRF-RR.
Nível de dificuldade: fácil, acessível a pessoas com necessidades especiais ou com dificuldade de locomoção.
Extensão: 230 metros
Tempo de percurso: 15 minutos
Recomenda-se aos que farão trilha que:
Vistam roupas leves e confortáveis, calçado apropriado para trekking e boné.
Carreguem mochila com itens essenciais: água potável, lanche, capa de chuva, protetor solar e repelente para insetos.
A atividade de caminhada em unidades de conservação implica alguns riscos, como queda e mordedura de animais. Além disso, seja prudente e siga a sinalização da trilha para não se perder.
Campinaranas do Megaleque
As campinaranas do megaleque são um atrativo especial do Viruá.
Facilmente acessíveis através da Estrada Perdida, abrigam espécies da fauna e flora de ambientes abertos da Amazônia, muitas delas endêmicas das Guianas.

O avistamento do veado-caribenho ou veado-do-rabo-branco (Odocoileus virginianus cariacou) é bastante comum.

O avistamento do veado-caribenho ou veado-do-rabo-branco (Odocoileus virginianus cariacou) é bastante comum.
Outras espécies avistadas são a anta pretinha (Tapirus kabomani), a onça-pintada (Panthera onca), o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e o cachorro-do-mato (Cerdocyon thous).
Aves de banhado e aves endêmicas das campinaranas são espécies de destaque para os observadores, em especial o formigueiro-de-yapacana (Aprositornis disjuncta), choquinha-de-peito-riscado (Myrmotherula cherriei), dançarino-de-crista-amarela (Heterocercus flavivertex), o papa-capim-de-coleira (Dolospingus fringilloides) e o mutum-do-norte (Pauxi tomentosa).
Rio Branco
O passeio embarcado no rio Branco é uma experiência especial para os visitantes do Viruá.
Com trechos de corredeiras acessíveis a partir de Caracaraí, e extensas praias até a foz do rio Anauá, é uma via de acesso rápido aos atrativos das várzeas e ilhas deste setor.

O Lago Aliança, distante cerca de 1h20 do porto de Vista Alegre, de águas pretas, oferece oportunidade para passeios embarcados e canoagem em ambientes de várzea e igapós bem conservados.

O Lago Aliança, distante cerca de 1h20 do porto de Vista Alegre, de águas pretas, oferece oportunidade para passeios embarcados e canoagem em ambientes de várzea e igapós bem conservados.
Praias, ilhas e trilhas de pesquisa complementam a diversidade de hábitats acessíveis aos visitantes, e possibilitam o avistamento de espécies endêmicas e especialistas de várzea, em especial o chororó-do-rio-branco (Cercomacra carbonária), a choquinha-do-tapajós (Myrmotherula klagesi) e o pato-corredor (Neochen jubata).


Rio Baruana
O rio Baruana tem um alto potencial para o turismo de base comunitária.

Localizado no entorno do parque, possui florestas de várzea bem conservadas, e permite aos visitantes o contato com espécies e paisagens típicas da Amazônia, incluindo a ariranha (Pteronura brasiliensis), boto-rosa (Inia geoffrensis), japu-verde (Psarocolius viridis), japuaçu (Psarocolius bifasciatus), a garça-da-mata (Agamia agami) e a águia-pescadora (Pandion heliaetus).

Localizado no entorno do parque, possui florestas de várzea bem conservadas, e permite aos visitantes o contato com espécies e paisagens típicas da Amazônia, incluindo a ariranha (Pteronura brasiliensis), boto-rosa (Inia geoffrensis), japu-verde (Psarocolius viridis), japuaçu (Psarocolius bifasciatus), a garça-da-mata (Agamia agami) e a águia-pescadora (Pandion heliaetus).
Também são comuns os tracajás (Podocnemis unifilis) e jacarés-açu (Melanosuchus niger).

De fácil acesso a partir da BR-174, é um passeio bastante acessível aos visitantes.

De fácil acesso a partir da BR-174, é um passeio bastante acessível aos visitantes.
A observação da fauna e flora é uma atividade privilegiada, pela riqueza de hábitats muito próximos do canal fluvial. Uma única trilha instalada na margem do rio Baruana possibilitou o atual Recorde Ornitológico brasileiro, com um total de 225 espécies de aves registradas em um único dia.
A diversidade de plantas também é notável.
O embarque é feito no porto próximo da ponte do rio Baruana, que fica a 15 km da entrada do parque, sentido sul.
A pesca é permitida neste rio, respeitando-se as normas estaduais e federais vigentes.
Rio Iruá
O rio Iruá é o principal rio no interior do parque.
Seu curso, de águas pretas, é formado por belos espelhos d’água (estirões), intercalados por igapós labirínticos.
O passeio em voadeiras é permitido até o estirão das três ilhas, e requer o uso de serviços de condução autorizados pelo parque.

Passeios em caiaques, com motores elétricos ou a remo são os únicos permitidos no Lago da Baixa Verde, um aquário natural de águas cristalinas, drenadas para o Iruá por um dos mais extensos buritizais do parque, o igarapé da Baixa Verde.
Grandes cardumes e bancos de macrófitas podem ser observados com o uso de snorkel, em uma visão provavelmente inesquecível da diversidade de vida aquática do Viruá.
Pontos de apoio para acampamentos estão localizados na Praia do Cajual (foz do rio Iruá) e no estirão da Parida.
Observação de aves
Por mais que este parque não esteja na lista dos mais visitados, não há um dia em que não tenha um turista no local.
Muitos estrangeiros vindos da Guiana, entrando no Brasil no sentido Manaus, aproveitam para passar no parque, descansar e se maravilhar com a natureza.
O parque nacional tem essa marca, essa referência, esse “porto seguro”.
Mas quem mais visita este parque parece ser os observadores de aves.
Para acompanhá-los eles em ação, e participar desse hobby, é impressionante.
Muitos deles chegam com seus binóculos, suas lentes de tamanhos enormes, microfones e gravadores potentes de som. Levam seu banquinho, chamam e esperam calmamente.

A Estrada Perdida e o Pantanal Setentrional Roraimense
Logo que você entra no parque chama a atenção uma excelente estrada praticamente reta, bem plana.
É de terra, mas com cascalho, larga, superbem feita.
Não é comum em parques nacionais, infelizmente.
Ela se chama “Estrada Perdida”, por que será?
Era para ser um trecho da BR174, a única ligação de Roraima com outros estados por terra, mas os construtores deram de cara com um pantanal.
Isto é, um pantanal aqui no meio da Amazônia, o Pantanal Setentrional Roraimense.


E o nome: Uruá, Iruá, Viruá?
O parque é cortado pelo rio Iruá, que desemboca no Anauá, que chega ao rio Branco.
Pois é, o rio Branco fica em Roraima, apesar de ser o nome da capital do Acre.
E desemboca no rio Negro, levando seus sedimentos para o arquipélago de Anavilhanas.
Mas por que então este é o Parna do Viruá e não do Iruá?
Diz a lenda que quando a área estava sendo reconhecida para demarcar os limites, um barqueiro local levou um técnico ambiental para percorrer o parque.
O técnico perguntava o nome dos lugares e anotava.
“Como se chama este rio?”; “Este é o Anauá!”. “E este?”; “Este é o Iruá”.
Com o som dos motores, o técnico teria ouvido “uiruá”, que ele anotou.
Quando foram ler, não sabiam se era “u” ou “v”.
Fato que acabou virando “Viruá”.
Hoje alguns chamam o rio de Viruá, não mais de Iruá.
Camping

Nas proximidades da sede, foi estruturada uma área de camping, é um espaço projetado para o visitante ter a experiência de acampar no interior da floresta, em contato direto com a natureza.
Possui cinco tablados de madeira distribuídos no decorrer de uma trilha, sendo um deles em processo de implantação para ter acessibilidade.
Acesso
O acesso terrestre se faz pela estrada da Perdida, ligada à BR-174, ca. 52 km após Caracaraí.


Alojamento
Redário que acomoda aproximadamente 15 redes; a sede possui ampla área que pode ser utilizada por barracas.
Energia elétrica a gerador, ligada por dois períodos: um pela manhã, outro de noite, de 18 às 21h.
Localiza-se próximo a um bom ponto. Em bom estado de conservação.
Caso há interesse no uso, é recomendado aviso prévio à direção do parque para que possa ser feita a limpeza (caixas d'água, poço de água etc) na área.


ATENÇÃO:
O agendamento deve ser feito com 4 dias úteis de antecedência.
Será emitida uma autorização que deve ser apresentada na sede do parque.
É importante o agendamento prévio da visita, através do e-mail ngi.roraima.usopublico@icmbio.gov.br. Lembrando que as autorizações serão emitidas somente em horário de expediente do ICMBio, de segunda a sexta, das 7:30h às 17:30h (exceto feriados).
O horário de funcionamento do parque é diário, incluindo sábados, domingos e feriados das 6h às 18h.
Onde ficar ou acampar
O parque conta com área de camping para barracas e dois espaços de redário.
Porém se o visitante optar por pousadas e hotéis próximos, pode encontrar na cidade de Caracaraí.
A distância da entrada do parque até Caracaraí é de 52 km.
Não há cobrança de ingresso para a visitação no Parque Nacional do Viruá.
As regras do Parque:
- É proibido coletar, perseguir ou apanhar espécimes da fauna silvestre.
- O fogo pode causar destruição e oferece perigo, portanto, seu uso é permitido somente em áreas indicadas pela gestão do parque.
- Deposite seu lixo em local apropriado ou o leve de volta para casa.
- Atalhos geram impactos e trazem riscos aos visitantes.
- Utilize a trilha oficial.
- A utilização de equipamentos e instrumentos sonoros afeta o ecossistema, sendo permitida somente mediante autorização.
- Os banhos de rio devem observar procedimentos de segurança para prevenção de acidentes com arraias e outros animais silvestres.




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